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O Inventário das Coisas Impossíveis

É uma travessia lírica pelos mundos internos de Ana — uma mulher feita de silêncio, memória e mistério. Ao seguir uma brasa flutuante chamada Miralume, ela atravessa portais simbólicos que revelam paisagens emocionais: cidades onde o tempo escorre, bibliotecas que escolhem seus leitores, praias onde os pensamentos sussurram e espelhos que mostram o invisível. Cada capítulo é um espaço de cura, escuta e transformação. Ana não busca respostas — ela dança com perguntas, mergulha em versões de si mesma e aprende que o tempo não se conta, se sente. Ao final, descobre que Miralume não é apenas um guia, mas parte de sua própria essência: a intersecção entre o que se sente e o que se ousa admitir. Este livro é um convite para quem deseja lembrar o que nunca foi dito em voz alta — e reescrever o próprio fim como começo.

Inventário
As Coisas que Escrevi Quando Deveria Ter Gritado

As Coisas que Escrevi Quando Deveria Ter Gritado

Nas noites em que a solidão me tirou para dançar, sempre existiu solicitude me arrancando da zona de conforto e me levando, de mãos dadas, para assistir a algum filme clichê da sessão das 16h. Nas noites em que eu me toquei que estava sozinho, percebi que tenho e sempre vou ter o conforto dos meus próprios braços.
Eu tenho a mim mesmo e isso me basta; sou grato a tudo aquilo que perdi e a tudo aquilo que ganhei. Quem sou hoje partiu disso, e eu me orgulho.

 

Trecho de Valsa Lenta do Autoaconchego

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